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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

6ª Conferência Jaime Wright - 2010

Realizada a abertura da 6ª Conferência e Prêmio Jaime Wright de Promotores da Paz e Direitos Humanos, integrando as comemorações dos 83 anos do Colégio 2 de Julho (C2J). O evento acontece até o dia 20, com palestras no período da tarde, conferências noturnas e culminando com a premiação na noite de encerramento. 

JAIME WRIGHT E A FUNDAÇÃO 2 DE JULHO
Em dezembro de 1976, na Biblioteca do Colégio 2 de Julho, o Reverendo Jaime Nelson Wright cria a Fundação 2 de Julho, tendo o reverendo Josué da Silva Mello, como primeiro presidente. O ilustre pastor presidiu essa histórica reunião, como procurador da “Comission on Ecumenical Mission and relations of the United Presbyterian Church in the United States of América”.
Nesse ato, é dado a nobre destinação de ser colocado à disposição da sociedade baiana, dando continuidade aos programas educacionais do Colégio 2 de Julho, marco de mais uma etapa de um sonho iniciado pelo casal Peter Garret Baker e Irene Hight Backer.
Neste processo destaca-se a atuação do Reverendo Jaime Wright, que se notabilizou no Nordeste e Sul do País como co-promotor do grupo Clamor na intransigente luta pela defesa dos Direitos Humanos, no auge da ditadura militar. O Reverendo Wright, também participou da fundação da CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, entidade com brilhantes serviços prestados na luta social, com sede em Salvador.
Conferência e Prêmio
Em face das diretrizes filosóficas e pedagógicas que orientam os princípios da Fundação e de suas entidades mantidas, Colégio 2 de Julho e Faculdade 2 de Julho, e ainda, considerando-se a preocupação destas entidades com o estabelecimento da justiça, de plena cidadania, bem como a importância de registrar para as gerações futuras exemplos de vidas dedicadas à construção da paz e da conquista plena dos direitos humanos, resolveu o seu Conselho de Curadores, acolhendo a proposta da Faculdade 2 de Julho, instituir a Conferência e o Prêmio Jaime Wright de Promotores da Paz e dos Direitos Humanos.
Criado com o objetivo de criar um fórum de debates em torno de tão importante tema, envolvendo ilustres pessoas de todo o país que estejam comprometidas com a criação de uma sociedade onde se viva em Solidariedade e Paz, ficou definido que o evento acontecerá anualmente, encerrando-se com a outorga do Prêmio Jaime Wright, a ser conferido a pessoas e entidades que mereçam destaque por suas atividades e que tenham contribuído significativamente para a sociedade baiana na promoção e defesa de uma Cultura de Paz e dos Direitos Humanos.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Equipe da Faculdade 2 de Julho participa do projeto radionovela

Estreou na segunda-feira, 8 de março, na Educadora FM, a radionovela "Maria Felipa: A Heroína Esquecida do 2 de Julho". O programa é transmitido às 8h30 e às 17h30, de segunda a sexta-feira. Um resumo dos capítulos da semana é exibido aos sábados, às 8h30.


A produção conta com importante participação da Faculdade 2 de Julho. O jornalista Eduardo Scaldaferri, graduado na instituição, é um dos que assinam o roteiro e a revisão dos textos e Daniela Souza, professora de radiojornalismo da Faculdade 2 de Julho, faz a edição.


"Maria Felipa" conta com a colaboração de Celso Júnior na direção artística, Luciano Bahia na direção musical e trabalhos técnicos, Fernanda Paquelet no roteiro e a revisão dos textos e a atriz Marília Castro, propositora do projeto.


O folhetim, que conta a história da mulher que organizou a resistência aos portugueses na Ilha de Itaparica, é parte do projeto Radionovela, que pretende mostrar outras três histórias de personalidades históricas em programas inéditos de dez capítulos.


Na sequência de "Maria Felipa: A Heroína Esquecida do 2 de Julho" serão apresentados: "Bimba e Pastinha – Histórias Pitorescas da Capoeira"; "Cosme de Farias e sua participação na vida social e política de Salvador"; "A Música e o Cordel do Recôncavo Baiano no Início do Século – Assis Valente e Cuíca de Santo Amaro".



O projeto venceu o Edital de Apoio à Produção de Programa Radiofônico de Radionovela, do Fundo de Cultura lançado no final de 2008. "O formato de radionovela é algo extremamente novo para os dias atuais. Hoje, as pessoas estão acostumadas a acompanhar telenovela, com imagem...”, argumenta Marília Castro.


A atriz fala que para o ator, interpretar somente voz, sem contar com nenhum suporte gestual, é um enorme desafio. Porém ressalta que a maior dificuldade é na edição de texto e de áudio. “Precisei voltar várias vezes e cortar alguma coisa, por conta do tempo do programa. Isso tudo sem deixar ele perder o sentido”, comenta.


Fonte: A Tarde