
O professor Juvenal Teodoro Payayá lança nesta quinta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 19 horas, na Faculdade de Belas Artes, o livro “Filhos da Ditadura e debate sobre a lei da Anistia”. O registro é um romance de 178 páginas repletas de amarguras.
“Uma das inovações marcantes no texto é a relação contraditória do indígena com a ditadura militar. O personagem é forte e foge dos padrões habituais, não se submete e não se deixa tutelar. O Filho da Ditadura traz algo de novo, primeiramente por dedicar um papel espacial ao herói indígena, o papel do narrador, contando aquilo que viu e ouviu do herói degredado e civilizador. Sua cultura nativa e competências adquiridas formam o diferencial”, explica o autor.
É um livro vinculante às questões da Ditadura e dos direitos humanos, dos indígenas, seus aspectos políticos e históricos de uma época: a ditadura militar do Brasil com o reflexo na América Latina.
O projeto tem o apoio da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos com a tarja comemorativa dos 30 anos da Lei da Anistia.
“Uma das inovações marcantes no texto é a relação contraditória do indígena com a ditadura militar. O personagem é forte e foge dos padrões habituais, não se submete e não se deixa tutelar. O Filho da Ditadura traz algo de novo, primeiramente por dedicar um papel espacial ao herói indígena, o papel do narrador, contando aquilo que viu e ouviu do herói degredado e civilizador. Sua cultura nativa e competências adquiridas formam o diferencial”, explica o autor.
É um livro vinculante às questões da Ditadura e dos direitos humanos, dos indígenas, seus aspectos políticos e históricos de uma época: a ditadura militar do Brasil com o reflexo na América Latina.
O projeto tem o apoio da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos com a tarja comemorativa dos 30 anos da Lei da Anistia.
